Um dia depois de o Tribunal da Relação ter decidido que a operação da Uber em Portugal é “ilegal”, uma das principais concorrentes da empresa, a Cabify, promoveu, junto do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, um conjunto de propostas com vista à regulação das plataformas eletrónicas de transportes que disponibilizem serviços de motorista.

A noticia é avançada pelo Observador, segundo o qual a Cabify propôs pede “uma zona exclusiva (…) nas imediações dos aeroportos e estações ferroviárias onde operam com vista a assegurar a segurança na tomada e largada de passageiros, a circulação facilitada e o respeito pelos restantes operadores existentes nestes locais”. Fonte oficial da Cabify, ao Observador, afirma que é possível coordenar todos os sectores e que esta proposta de regulação tem como objetivo facilitar a circulação e “assegurar a segurança” dos passageiros.

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A Cabify tem alertado para a urgência da regulação destas empresas eletrónicas de transporte. O projeto de lei do Governo para regulamentar a atividade de transporte de passageiros em veículos descaracterizados, como a Uber e a Cabify, foi discutido na Assembleia da República a 17 de março. O diploma não foi votado no plenário e baixou à comissão de Economia, Obras Públicas e Inovação para debate na especialidade, estando a sua apreciação para breve.

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