O Google revelou nesta terça-feira seus primeiros planos para o Project Ara. Em conferência com desenvolvedores, que teve a presença de 200 pessoas no Museu da História da Computação, na Califórnia, Paul Emerenko, líder do projeto de smartphones modulares, diz que o primeiro aparelho será o “gray phone”.

“Ele se chama ‘gray phone’ (literalmente, “telefone cinza”) porque ele foi feito para ter uma cor cinza e monótona, para que as pessoas o customizem”, diz Emerenko.

Segundo ele, o público não precisará esperar muito para botar as mãos no telefone cinza, que tem previsão de lançamento para janeiro de 2015. O preço também será amigável: US$ 50. No entanto, o aparelho deve ser extremamente simples, obrigando o usuário a comprar outras peças de acordo com a necessidade.

Veja Também!  Temperatura Máxima | Globo exibe ‘Maze Runner: Correr ou Morrer’ (17/02)

Contudo, para transformar o projeto em produto, os membros da equipe ainda têm muito trabalho pela frente. Para transformar o Ara em realidade, o Google formou parcerias com especialistas do MIT, e com empresas que vão ajudar a alavancar o negócio, como a 3D Systems, que está criando uma impressora 3D que vai ajudar a criar componentes com facilidade e agilidade.

Um desafio que Eremenko admite é o Android. Atualmente, o sistema operacional não oferece os drivers necessários para comandar componentes modulares como prevê o Project Ara.

“É verdade que o Android não tem suporte a hardware dinâmico atualmente. A boa notícia é que nós somos o Google”, disse ele, apostando que a empresa conseguirá solucionar este problema até o lançamento do gray phone. A previsão da companhia é que os novos drivers devem estar prontos até dezembro e deve ser uma das últimas tarefas que a equipe deve concretizar antes da chegada do aparelho ao mercado.

Veja Também!  Sessão de Gala | TV Globo exibe ‘Mandela: Longo Caminho para a Liberdade’ (17/02)

O Google também comentou que o corpo que manterá os componentes modulares juntos terá duração de cinco a seis anos. As peças se manterão unidas por meio de imãs eletropermanentes.

O projeto Ara é responsabilidade do ATAP – Advanced Technology and Projects (Grupo de Tecnologia e Projetos Avançados), que era da Motorola e ficou com o Google quando a empresa de telefonia foi vendida para a Lenovo.

VIA: Olhar Digital

follow us in feedly  

Deixe uma resposta

Please enter your comment!
Please enter your name here

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.