YouTube anuncia maior dificuldade de monetização e dificulta a vida ao pequenos

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A Google acaba de anunciar uma grande restrição aos criadores de conteúdos na plataforma YouTube. Com as novas regras, que iniciam-se já para novas contas, mas para antigas só se tornam permanentes a partir de fevereiro, será mais difícil atingir o patamar em que permite ganhar dinheiro com os vídeos criados e partilhados no YouTube.

Durante 2017, o YouTube enfrentou algumas dificuldades na monetização dos vídeos. Não que não haja muitos anunciantes ou que não haja criadores de conteúdos. No entanto, a qualidade decai muito, já que com a tendência dos grandes YouTubers, outros surgem na plataforma querendo ser o mesmos. Alguns sonham mesmo serem YouTubers.

Devido a isso, há cada vez mais contas e, principalmente, conteúdos de fraca qualidade, algo que o YouTube quer combater. Além disso, algumas marcas deixaram de anunciar no YouTube, após começarem a surgir publicidades dessas marcas em vídeos sobre racismo, terrorismo, ou outras situações similares. Devido a variadas situações, a Google chegou a esta decisão: o de limitar a possibilidade de monetização a pessoas com poucas visualizações. Isto é, começar a ganhar dinheiro no Youtube vai começar a ser difícil e iniciar-se neste momento é ainda mais.

Para fazer parte do YouTube’s Partner Program (a plataforma para ganhar dinheiro no YouTube), agora terá de ter pelo menos mil subscritores e os seus vídeos têm de obter mais de 4.000 horas de visualizações nos últimos 12 meses. Só se conseguir estes números é que poderá candidatar-se ao programa do YouTube. Para contas já existentes, a data limite é o dia 20 de fevereiro, sendo que se não atingirem o mínimo (4.000 horas de visualização e 100 subscritores) deixam de pertencer ao YouTube’s Partner Program e de ganhar dinheiro com a plataforma.

Isto é apenas o início e que irá influenciar que se iniciar no YouTube. Por sua parte, a plataforma terá, cada vez mais, humanos a moderar os vídeos, em vez dos vulgares computadores/bots. Segundo a empresa, até ao final de 2018 terá mais de 10.000 empregados a ver o conteúdo proposto para o Google Prefered Plataform, uma plataforma de recomendação do YouTube e onde estava Logan Paul, o mais recente Youtuber “apanhado” nestas situações.

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