O mercado mundial de smartphones deverá crescer, nos próximos anos, a um ritmo mais lento do que vinha acontecendo nos últimos anos, muito graças ao crescimento do segmento dos modelos de grandes ecrãs.

De acordo com a análise da IDC, os phablets, encarados como um meio termo entre um smartphone e um tablet e, regra geral, com um ecrã maior que os 14 centímetros, representará 40% dos 1500 smartphones vendidos do que decorre do ano de 2017, números que deverão ascender a uma percentagem de 50% nos próximos dois anos. Segundo aquele estudo, o mercado dos smartphones vai entrar num período de forte abrandamento até 2021, prevendo-se que as vendas não ultrapassem um aumento de 3% ao ano, qualquer coisa como 1700 milhões de modelos nos próximos três anos.

Ryan Reith, analista da empresa responsável pelo estudo, recorda que “os phablets não representavam mais do que 1% do total de smartphones vendidos, e agora estão à beira dos 50%”. Reith acredita que o aumento do consumo de jogos, vídeos ou mesmo das Redes Sociais levam cada vez mais a orientar a escolha dos novos modelos para soluções com melhor resolução e maior ecrã. E exemplifica: “tanto os modelos Plus quanto o X representem 41,2% do volume de remessas da empresa em 2017” e no próximo ano, já serão os iPhones mais vendidos – 50% ou mais do total de vendas da marca”. Já os aparelhos que utilizam o sistema Android alcançarão 85,1% do mercado em 2017, sendo que em 2021 ascenderá a 85,3%.

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