Os efeitos das Redes Sociais na vida dos seus utilizadores tem vindo a ser questionado cada vez com mais veemência e o coro de protestos chega agora a quem teve sérias responsabilidades na sua promoção. Falamos de Chamath Palihapitiya, um antigo executivo do Facebook que admite agora a sua parte de responsabilidade na criação de uma máquina que “explora vulnerabilidades na psique humana”.

Palihapitiya, que ocupava o cargo de vice-presidente do Facebook para a área da expansão de utilizadores, falava numa conferência da Stanford Graduate School of Business, onde admitiu que as redes sociais estão a “destruir as bases da sociedade” e estão a “programar” o cérebro dos cidadãos de uma forma que “elimina o discurso civil e a cooperação, fomentando a desinformação e a mentira”.

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De acordo com o portal The Verge, o antigo executivo do Facebook alertou para o facto de não haver quem se aperceba “mas estão a ser programados”, avisou, referindo-se aos “efeitos de curto prazo, de libertação de dopamina que está na origem de ciclos que estão a destruir a forma como a sociedade funciona”. Estas declarações surgem pouco tempo depois de Sean Parker, um dos fundadores daquela rede social, ter admitido que o conceito do Facebook sempre foi, desde o início, explorar a psique.

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